quinta-feira, 30 de setembro de 2010

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Santa Maria

Hilda, Maria Júlia e Valentina - Santa Maria / 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Simplicidade



Uma coisa legal que temos por aqui são algumas amizades sinceras.

Na última sexta feira fomos convidados a participar de uma galinhada para 50 pessoas.

Acho que só nós não fazíamos parte da família italiana. Muito legal, todos felizes, numa boa.

Eles, no início de cada ano, compram a uva e produzem seu próprio vinho. Acho que vou embarcar nessa ano que vem....

ITube, YouTube, SheTubes...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Vacina

Tomei injeção por que pisei em um prego enferrujado. A Valentina tomou duas por que está na época.

Simultâneamente.

O troço horriver.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Geração Coca-Cola

Há tempos que quero compartilhar um assunto que acho interessante, principalmente aqueles que estão entre 20 e 30 anos.

Não sei quem começou com o estudo de “Gerações”, mas há uma boa dose de acertos relacionados a ela. Achei muitas respostas lendo o trabalho que deixo publicado logo abaixo e também no link em anexo.

Muito da minha maneira de pensar e também de agir, foram e continuam ser mal interpretadas por pessoas queridas com idade diferentes das minhas. Não é por mal, são apenas vivências baseadas em momentos diferentes, experiências diferentes e até não dizer um mundo diferente.

Como é bom saber que não se está sozinho nesse mundo e como é engraçado ver as “comum..idades” interagindo entre usando as ferramentas que lhe foram dadas.

Segundo os textos, estou classificado como um líder da Geração Y. Muito provavelmente estarei interagindo no trabalho com o pessoal da Geração X e também da Geração Baby-Boomers. Sabendo como cada um deles se “conversa” pode se tirar algumas vantagens dessas relações.

Um abraço,

Rafa

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Fonte: VIDA EXECUTIVA | por Bernt Entschev

Por que a geração Y é tão exigente

Nascidos em meio a um boom tecnológico, os jovens de hoje cresceram sob mimos dos pais. Talvez seja por isso que eles fazem tanta questão de altos salários, bonificações e premiações


A geração Y, formada por jovens com idade 18 e 30 anos, veio com tudo para o mercado de trabalho. As empresas têm se modificado cada vez mais com a irreverência dessas pessoas. Não é à toa que as organizações estão ainda mais dinâmicas e ousadas, pois é exatamente o espírito que esses novos profissionais vêm imprimindo nos últimos anos. Todo esse vigor se deve a um fator que salta aos olhos: eles nasceram em meio a um boom tecnológico. Junto deles veio o acesso a computadores, o fortalecimento da mídia televisiva e a facilidade dos celulares, coisa que seus pais não tiveram tão cedo. Já seus pais acabaram dotados de grande vontade de prover aos filhos aquilo que não puderam ter quando crianças. Isso fez com que a geração Y recebesse, ao longo de sua infância, uma infinidade de presentes e mimos. Talvez seja por isso que essa geração faz tanta questão de salários altos e, principalmente, de premiações e bonificações agregadas ao rendimento.

Algumas características fazem com que essa geração seja facilmente identificada. Um exemplo evidente é a superdependência de aparelhos de comunicação rápida, como o celular e o computador. Aliás, exatamente por serem sedentos de novidades é que uma de suas características mais admiradas pelos experientes é a alta capacidade inovadora que possuem: estão sempre em busca de criar algo novo, que ninguém ainda viu.

No entanto, diante de tanta energia, me preocupo com a maneira com que as empresas se preparam para receber esses novos profissionais. Sim, as organizações precisam se preparar para a explosão de novas ideias e para o novo ritmo que essa turma traz consigo. Os gestores devem se abrir para o novo. Quanto mais conservadores eles forem, menos conseguirão se adaptar e conquistar seus novos funcionários. Estar aberto significa não só entendê-los, mas sim ouvi-los, interpretá-los e, principalmente, implementar suas ideias – claro, se forem realmente boas.

Essa turma também tem pressa. Por estarem extremamente concentrados no desenvolvimento de suas carreiras, eles não são tão fieis às organizações. Ao passo que recebem ofertas de trabalho que impulsionarão suas carreiras, não há porque (na cabeça altamente dinâmica deles) continuarem numa empresa que não oferece um crescimento tão rápido. Por isso, para segurar os talentos jovens na organização, é preciso saber lidar com essa ansiedade. Planejamentos de carreira por parte das empresas são extremamente importantes, desde que mantenham coerência com o que estes jovens projetam em seus planos profissionais. Só assim o jovem vai se sentir tentado a continuar nesta organização.

...

www.ssj.com.br/criacao/Pocket4_GeracaoYweb.pdf

Vontando



Apesar de uma pequena torção no pé esquerdo, a Valentina segue bem.

Agora está com um ano, um mês e seis dentes.

Agora vou poder postar mais frequente.

Adquiri um aparelinho que faz um pouco de tudo e ainda tem meu sonhado GPS.

Beijos a todos.

Rafael Aun